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A Neurograff tem parceria com a Disciplina de Otoneurologia da UNIFESP-EPM, na qual seus renomados profissionais são responsáveis pelas constantes atualizações dos equipamentos da empresa, além da realização de pesquisas científicas e normatização dos valores da Vectonistagmografia Digital e Otocalorímetro a Ar.

 
 

ARTIGO


AVALIAÇÃO OCULOMOTORA EM PACIENTES COM DISFUNÇÃO VESTIBULAR PERIFÉRICA

RESUMO:

OBJETIVO: Verificar se os parâmetros dos movimentos sacádicos fixos e randomizados, do rastreio pendular e do nistagmo optocinético na vectonistagmografia digital podem apresentar alterações em pacientes com hipótese diagnóstica de disfunção vestibular periférica.


MÉTODO: Foram avaliados 60 pacientes, de ambos os sexos, com tontura de origem vestibular periférica e idade entre 12 e 82 anos. Os achados foram comparados com um padrão de normalidade para os parâmetros dos movimentos oculares estudados.


RESULTADOS: Os movimentos sacádicos fixos estavam alterados em 100% dos casos quanto à latência e em 35% quanto à velocidade; os randomizados estavam alterados em 100% quanto à latência, em 78,3% quanto à precisão e 1,7% quanto à velocidade; o rastreio pendular apresentou alteração do ganho nas freqüências de 0,1Hz em 15%, 0,2Hz em 21,7% e 0,4Hz em 13,3%; o nistagmo optocinético apresentou alteração da velocidade angular da componente lenta em 1,7% e do ganho em 5%.


CONCLUSÕES: A latência e a velocidade dos movimentos sacádicos fixos; a latência, a precisão e a velocidade dos movimentos randomizados; o ganho do rastreio pendular; a velocidade angular da componente lenta e o ganho do nistagmo optocinético na vectonistagmografia digital podem apresentar alterações em pacientes com hipótese diagnóstica de disfunção vestibular periférica.

Link:http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-72992006000300019&lng=&nrm=iso&tlng=



Referências bibliográficas:

Rev. Bras. Otorrinolaringol. vol.72 no.3 São Paulo May/June 2006 - Vanessa Costa TumaI; Cristina Freitas GanançaI; Maurício Malavasi GanançaII; Heloisa Helena CaovillaIII


  Artigo publicado em: 26/01/2010
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